No início da década de 60, Recife foi indiscutivelmente a capital do automobilismo no nordeste. Lá se realizaram diversas provas com a presença dos melhores pilotos brasileiros, e das equipes de fábrica da Willys, Simca e Vemag. Foram usados diversos circuitos improvisados, em Boa Viagem, Derby e Cidade Universitária, mas no final da década a cidade perdia o título de meca do automobilismo regional para Fortaleza. Os improvisados circuitos de rua foram desativados a partir de 1973, e assim, Recife ficou sem atividade automobilística.
Até que em 1981 foi estabelecido aquele que seria o primeiro autódromo fechado da cidade, no estacionamento periférico da ilha Joana Bezerra. Na realidade, seria um tipo de circuito como o de Meadowlands e de Las Vegas, onde se realizariam provas de Formula Indy e Formula Um a partir de 1981.
Além da ajuda do prefeito da época, Gustavo Krause, o presidente da Federação, Francisco Pinto de Castro, e Antonio Teixeira, piloto que tivera excelente performance no primeiro campeonato de F-VW 1300 do Norte-Nordeste no ano anterior, e que era dono de uma construtora, o autódromo foi montado em 60 dias, e inaugurado em 18 de janeiro. Com uma curta pista de 1725 metros, a pista tinha duas pequenas retas, cuja maior tinha 680 metros, e oito curvas, preponderando as de baixa velocidade. A pista era muio estreita, com poucos pontos de ultrapassagem. A inauguração de 18 de janeiro fora extra-oficial, pois a corrida nem terminou, O público invadiu a pista e a coisa quase termina em desastre. Continuou-se a trabalhar muito no autódromo, para dar condições mínimas de segurança ao público, e uma nova inauguração oficial foi marcada para 27 de setembro.
20 mil entusiastas assistiram 32 carros disputar provas de Passat e Fiat. Iran Lemos ganhou a prova de Passat, e Robson dos Santos, a de FIAT, e salvo por uma ameaça de invasão de um bode, proveniente de uma favela vizinha, a corrida terminou sem incidentes.
Infelizmente, o autódromo do Recife não vingou, eventualmente foi desativado, e Pernambuco só viria a se inserir no automobilismo com a inauguração do autódromo internacional de Caruaru, muitos anos depois.
Até que em 1981 foi estabelecido aquele que seria o primeiro autódromo fechado da cidade, no estacionamento periférico da ilha Joana Bezerra. Na realidade, seria um tipo de circuito como o de Meadowlands e de Las Vegas, onde se realizariam provas de Formula Indy e Formula Um a partir de 1981.
Além da ajuda do prefeito da época, Gustavo Krause, o presidente da Federação, Francisco Pinto de Castro, e Antonio Teixeira, piloto que tivera excelente performance no primeiro campeonato de F-VW 1300 do Norte-Nordeste no ano anterior, e que era dono de uma construtora, o autódromo foi montado em 60 dias, e inaugurado em 18 de janeiro. Com uma curta pista de 1725 metros, a pista tinha duas pequenas retas, cuja maior tinha 680 metros, e oito curvas, preponderando as de baixa velocidade. A pista era muio estreita, com poucos pontos de ultrapassagem. A inauguração de 18 de janeiro fora extra-oficial, pois a corrida nem terminou, O público invadiu a pista e a coisa quase termina em desastre. Continuou-se a trabalhar muito no autódromo, para dar condições mínimas de segurança ao público, e uma nova inauguração oficial foi marcada para 27 de setembro.
20 mil entusiastas assistiram 32 carros disputar provas de Passat e Fiat. Iran Lemos ganhou a prova de Passat, e Robson dos Santos, a de FIAT, e salvo por uma ameaça de invasão de um bode, proveniente de uma favela vizinha, a corrida terminou sem incidentes.
Infelizmente, o autódromo do Recife não vingou, eventualmente foi desativado, e Pernambuco só viria a se inserir no automobilismo com a inauguração do autódromo internacional de Caruaru, muitos anos depois.
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